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“O Talentoso Ripley”: é válido viver em uma mentira para se dar bem?

Sendo o sociopata mais cultuado de toda a literatura contemporânea, é até mesmo estranho que “O Talentoso Ripley” não tenha alcançado o mesmo sucesso no cinema.




Dentre tantas razões que explicam a irrelevância e o esquecimento em cima da obra, está o período nada receptivo em que foi lançado: 1999, quando Hollywood decidiu que deveria utilizar todo o seu talento de uma vez só. Se portando como uma obra alternativa e cultuada desde então, “O Talentoso Ripley” é um mergulho profundo na psique humana e nos impactos da falsidade e da mentira, mesmo naqueles acostumados a viver vidas duplas e sob máscaras sociais.

Felipe Bastos

Felipe Bastos da Silva é jornalista e crítico de cinema brasileiro, fundador e editor do site Cinema & Afins. Atua na cobertura de cinema, séries, games e cultura pop desde 2007, com foco em análises aprofundadas, críticas jornalísticas e reportagens especiais.Ao longo de sua carreira, consolidou o Cinema & Afins como uma das referências brasileiras em jornalismo de entretenimento, oferecendo conteúdo confiável, detalhado e com curadoria profissional. Felipe também produz listas, coberturas de estreias e artigos analíticos sobre a indústria audiovisual.

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