
Em 2026, Dexter completa 20 anos de sua estreia. A série protagonizada por Michael C. Hall estreou em 1º de outubro de 2006 e rapidamente se transformou em uma das produções mais marcantes da televisão, ao colocar um serial killer como protagonista e fazer o público acompanhar, com diferentes níveis de cumplicidade, sua vida dupla.
Duas décadas depois, a franquia continua viva. Depois da série original, vieram Dexter: New Blood, Dexter: Pecado Original e Dexter: Ressurreição, mostrando que ainda existe espaço para explorar o universo criado pela Showtime.
Revisitar as temporadas de Dexter 20 anos depois também permite enxergar a série de outra maneira. Algumas temporadas continuam impressionantes, outras envelheceram de forma desigual e algumas revelam problemas que ficaram mais evidentes com o passar do tempo.
Por isso, o Cinema & Afins reuniu todas as temporadas e produções da franquia em um ranking da pior para a melhor. A classificação é opinativa e leva em consideração roteiro, personagens, antagonistas, ritmo, tensão, impacto emocional e a capacidade de cada temporada de capturar a essência de Dexter.
11. Dexter — 8ª temporada

A oitava temporada ocupa a última posição do ranking. E o motivo está justamente na dificuldade de transformar o enorme potencial acumulado ao longo da série em um encerramento à altura de sua trajetória.
Com a responsabilidade de concluir oito anos de história e definir o destino de Dexter, a temporada toma decisões de roteiro que nem sempre conseguem conduzir os personagens de maneira convincente até o desfecho. Algumas tramas parecem existir mais para levar a história a um ponto específico do que para desenvolver organicamente suas consequências.
Há momentos que funcionam, especialmente na relação entre Dexter e Debra, que continua sendo um dos principais pilares emocionais da série. Ainda assim, o conjunto perde força justamente quando a narrativa deveria elevar a tensão e preparar o terreno para um encerramento definitivo.
O principal problema está na dificuldade de fazer o final transmitir o peso das consequências de tudo o que Dexter viveu ao longo da série. Depois de acompanhar o personagem por tantos anos, a expectativa era por um desfecho mais contundente e coerente com a trajetória construída até ali.
É uma temporada marcada pela sensação de oportunidade perdida e, por isso, termina na última posição do ranking.
10. Dexter — 7ª temporada

A sétima temporada representa uma recuperação importante depois dos problemas apresentados nas fases anteriores. Embora ainda esteja longe do auge da série, a produção volta a encontrar um caminho mais consistente ao colocar seus personagens diante de conflitos com consequências reais.
O principal destaque está na relação entre Dexter e Debra. Depois de descobrir o segredo do irmão, Debra passa a enxergá-lo sob uma perspectiva completamente diferente. A revelação altera a dinâmica entre os dois e cria um conflito moral e emocional que acrescenta uma nova dimensão à narrativa.
A temporada também apresenta Isaak Sirko (Ray Stevenson), um dos antagonistas mais interessantes da reta final da série. Em vez de funcionar apenas como mais uma ameaça para Dexter, o personagem possui motivações próprias e uma trajetória que foge parcialmente da fórmula tradicional da produção.
Apesar dos bons momentos, a temporada ainda apresenta oscilações de ritmo e algumas tramas secundárias não alcançam o mesmo nível do conflito central envolvendo Dexter e Debra. A narrativa alterna sequências bastante envolventes com outras que diminuem o impacto da temporada como um todo.
É uma temporada importante para preparar o terreno para o encerramento da série original, além de recuperar parte da tensão que marcou seus melhores anos, mas ainda permanece distante do auge de Dexter.
9. Dexter: New Blood

Dexter: New Blood tinha uma das tarefas mais difíceis de toda a franquia: retomar a trajetória de um personagem cujo desfecho original havia provocado forte reação entre os fãs.
A mudança de cenário funciona muito bem. Ao deixar Miami para trás e levar Dexter para a pequena Iron Lake, a produção constrói uma atmosfera mais fria, silenciosa e melancólica, bastante diferente daquela estabelecida pela série original. A mudança também ajuda a criar uma identidade própria para a nova fase.
O retorno de Harrison abre outra possibilidade narrativa importante. Dexter passa a lidar não apenas com os próprios segredos, mas também com as consequências que sua vida deixou para o filho. A relação entre os dois se torna um dos principais elementos dramáticos da temporada.
O principal problema está no desenvolvimento de algumas ideias. A temporada apresenta conceitos interessantes e boas oportunidades para aprofundar o personagem, mas nem sempre consegue explorar essas possibilidades com a mesma consistência. Em determinados momentos, a narrativa acelera justamente quando precisava desenvolver melhor seus conflitos.
Mesmo com essas limitações, Dexter: New Blood tem importância dentro da franquia. A temporada recupera parte da atmosfera da série original, tenta corrigir problemas deixados pelo final anterior e abre caminho para uma nova fase da história. Por isso, apesar de não alcançar o nível das melhores temporadas, merece uma posição intermediária no ranking.
8. Dexter — 5ª temporada

A quinta temporada começa imediatamente após um dos momentos mais traumáticos da série: a morte de Rita. O acontecimento muda profundamente a trajetória de Dexter e estabelece um novo tom para a narrativa.
Pela primeira vez, o protagonista precisa lidar de maneira mais direta com a culpa, o luto e as consequências pessoais de sua vida dupla. O trauma também expõe uma dimensão mais vulnerável de Dexter, que passa a questionar as consequências de suas próprias escolhas.
A chegada de Lumen, interpretada por Julia Stiles, acrescenta uma nova dinâmica à história. A personagem funciona como contraponto ao protagonista e permite que a série explore de maneira mais complexa a relação entre violência, vingança e justiça.
O arco de Lumen também provoca uma mudança importante na postura de Dexter. Ao acompanhar a busca da personagem por vingança, ele passa a enfrentar situações que não se encaixam perfeitamente no código criado por Harry, colocando em xeque algumas das regras que orientaram sua vida.
A temporada apresenta momentos fortes e boas sequências dramáticas, mas não consegue manter de forma consistente o nível de excelência estabelecido pela temporada anterior. Ainda assim, é uma fase importante para compreender a evolução emocional do protagonista e as consequências cada vez mais profundas de sua vida como assassino.
7. Dexter — 6ª temporada

A sexta temporada está entre as fases mais irregulares de Dexter. A produção apresenta uma proposta interessante ao colocar o protagonista diante de questões relacionadas à fé, religião, culpa e fanatismo, mas a execução nem sempre consegue explorar todo o potencial dessas ideias.
Travis Marshall surge como o principal antagonista e parte de uma premissa promissora. No entanto, sua trajetória perde força em alguns momentos, e a construção do personagem não acompanha de maneira consistente a complexidade que a temporada inicialmente sugere.
O ritmo também é um dos pontos mais frágeis. O início avança de forma mais lenta, enquanto algumas tramas secundárias ocupam espaço considerável sem acrescentar o mesmo peso ao arco principal. Isso faz com que a temporada oscile entre momentos de maior tensão e passagens menos envolventes.
Apesar disso, os episódios finais elevam significativamente a importância da temporada. Debra se aproxima cada vez mais da verdade sobre Dexter, levando a história a uma revelação que altera profundamente a relação entre os irmãos e estabelece as bases para o conflito das temporadas seguintes.
É uma temporada irregular, mas fundamental para o rumo que Dexter tomaria a partir dali. Seu maior mérito está em preparar uma das mudanças mais importantes da série original e transformar a relação entre Dexter e Debra de maneira definitiva.
6. Dexter — 3ª temporada

A terceira temporada tinha a difícil missão de suceder dois anos extremamente fortes e optou por seguir um caminho diferente. Em vez de repetir a fórmula dos primeiros anos, a série concentra boa parte da narrativa na relação de Dexter com alguém que passa a conhecer seu lado mais sombrio.
O grande destaque é Miguel Prado, personagem que desenvolve uma relação de amizade e cumplicidade com Dexter. A aproximação entre os dois cria uma dinâmica diferente para o protagonista, que passa a enxergar a possibilidade de compartilhar seu segredo com outra pessoa.
Pela primeira vez, Dexter encontra alguém que parece compreender sua verdadeira natureza. A possibilidade de dividir essa parte de sua vida cria dilemas importantes e permite que a série explore com mais profundidade a personalidade do protagonista e os limites de seu código.
A amizade começa de maneira promissora, mas gradualmente revela diferenças fundamentais entre aquilo que Dexter acredita ser seu código e a forma como Miguel enxerga a própria violência. O conflito entre os dois se torna o principal motor da temporada e coloca o protagonista diante de uma situação que foge de seu controle.
A temporada não alcança a mesma intensidade das duas primeiras, mas funciona bem como um momento de transição e amadurecimento para Dexter. Ao explorar os limites de sua relação com Miguel, a série amplia a compreensão sobre o protagonista e prepara o terreno para desafios ainda maiores.
5. Dexter: Pecado Original

Dexter: Pecado Original tinha um desafio particularmente delicado: voltar ao passado sem simplesmente repetir histórias que já haviam sido contadas. A série precisava expandir a mitologia do personagem sem comprometer acontecimentos estabelecidos na produção original.
A solução foi acompanhar um Dexter jovem, no início dos anos 1990, quando ele começa a aprender a controlar seus impulsos e a desenvolver o código que se tornaria uma das principais bases de sua vida como assassino.
O retorno de personagens conhecidos em versões mais jovens acrescenta uma camada nostálgica à produção, mas o maior mérito está na relação entre Dexter e Harry Morgan. A série aproveita essa dinâmica para aprofundar a formação do protagonista e mostrar como as decisões do pai ajudaram a moldar sua personalidade.
Ao acompanhar esse período da vida de Dexter, a produção também esclarece como surgiu a estrutura que posteriormente definiria seu comportamento e sua maneira particular de escolher os próprios alvos. É justamente nessa reconstrução do passado que a série encontra sua maior força.
Michael C. Hall também retorna ao universo de Dexter como a voz interior do protagonista, reforçando a conexão entre as duas produções e funcionando como uma ponte direta com a série original.
Dexter: Pecado Original não possui o mesmo impacto da primeira temporada de Dexter, mas consegue justificar sua existência ao preencher lacunas importantes da história do personagem. Mais do que uma simples operação de nostalgia, a produção acrescenta novas camadas à origem de um dos protagonistas mais complexos da televisão.
4. Dexter — 2ª temporada

A segunda temporada mostra por que a ideia apresentada no primeiro ano tinha potencial para ir muito além. Em vez de simplesmente repetir a fórmula original, a série coloca Dexter em uma posição inédita: pela primeira vez, ele deixa de ser apenas o caçador e passa também a ser o alvo.
A investigação sobre o Bay Harbor Butcher coloca a identidade secreta do protagonista em risco e transforma sua vida dupla em uma ameaça constante. Cada passo da investigação aumenta a possibilidade de Dexter ser descoberto, criando uma tensão que se mantém presente ao longo da temporada.
O grande destaque é James Doakes, que desde o início desconfia de Dexter. A relação entre os dois funciona justamente porque Doakes representa aquilo que o protagonista mais teme: alguém próximo o suficiente para perceber que existe algo profundamente errado por trás de seu comportamento aparentemente controlado.
A temporada também consegue aumentar a tensão sem depender exclusivamente da presença de um novo serial killer. O principal perigo está dentro da própria polícia, tornando a investigação sobre o Bay Harbor Butcher um dos elementos mais interessantes da narrativa.
O resultado é uma das temporadas mais tensas e consistentes de toda a franquia. Ao transformar a investigação policial em uma ameaça direta à existência de Dexter, a série amplia os riscos e mostra que o maior perigo para o protagonista pode estar muito mais próximo do que ele imagina.
3. Dexter: Ressurreição

Colocar Dexter: Ressurreição entre as três melhores produções da franquia pode parecer ousado, mas a nova fase consegue realizar algo importante: mostrar que Dexter ainda funciona depois de tantos anos.
A série parte dos acontecimentos de Dexter: New Blood e devolve Michael C. Hall ao papel que marcou sua carreira. O retorno não funciona apenas como uma tentativa de resgatar a nostalgia da produção original, mas também como uma oportunidade de apresentar novas dimensões do protagonista.
Em vez de simplesmente repetir a fórmula estabelecida pela série original, Ressurreição acompanha um Dexter mais experiente e consciente das consequências acumuladas ao longo dos anos. Essa perspectiva ajuda a dar maior peso às escolhas do personagem e às marcas deixadas por sua trajetória.
A mudança para Nova York também contribui para renovar a fórmula. O novo cenário amplia as possibilidades narrativas e oferece uma identidade visual diferente, enquanto o retorno de personagens conhecidos estabelece uma conexão direta com a história original e recompensa quem acompanha a franquia há duas décadas.
O resultado é uma temporada que equilibra nostalgia e renovação sem depender exclusivamente do passado. A produção entende a importância da história construída anteriormente, mas também encontra espaço para levar Dexter adiante.
Outro ponto importante é o impacto da série dentro da própria franquia. Ressurreição recolocou o personagem no centro das discussões entre os fãs e ajudou a abrir uma nova fase para o universo de Dexter.
É uma prova de que ainda existe vida no universo de Dexter e de que o personagem continua capaz de sustentar novas histórias sem perder completamente a identidade que o tornou tão marcante.
2. Dexter — 1ª temporada

A primeira temporada continua sendo um exemplo de como apresentar uma ideia original de maneira eficiente. Desde os primeiros episódios, a série estabelece uma identidade própria ao acompanhar um protagonista que foge completamente dos padrões tradicionais da televisão.
Dexter Morgan é apresentado como um personagem repleto de contradições: trabalha ao lado da polícia de Miami, ajuda a solucionar crimes e, ao mesmo tempo, leva uma vida secreta como assassino. Essa dualidade é o principal motor da narrativa e sustenta boa parte do fascínio em torno do personagem.
O roteiro consegue equilibrar thriller policial, humor negro e drama psicológico sem transformar Dexter em um personagem unidimensional. A série permite que o público compreenda sua lógica e seus conflitos sem necessariamente justificar suas ações.
A temporada também apresenta personagens que se tornariam fundamentais para a franquia, como Debra Morgan, Rita, Angel Batista, Vince Masuka e James Doakes. Cada um deles contribui para construir o ambiente de trabalho e as relações pessoais que cercam Dexter.
O arco do Ice Truck Killer funciona particularmente bem porque não se limita a uma investigação paralela. A trama está diretamente ligada ao passado de Dexter e transforma o caso em uma peça importante para compreender melhor a origem e a personalidade do protagonista.
O grande mérito da primeira temporada está em estabelecer as regras do universo sem entregar imediatamente todas as respostas. A série apresenta seu protagonista, seus conflitos e sua mitologia de maneira gradual, criando espaço para que a história evolua ao longo dos episódios.
É a temporada que melhor apresenta a essência de Dexter e explica por que a série rapidamente se tornou um fenômeno. Mesmo depois de tantos anos e novas produções dentro da franquia, sua capacidade de apresentar o conceito central continua sendo um dos grandes trunfos da série.
1. Dexter — 4ª temporada

A quarta temporada é, para mim, o ponto mais alto de toda a franquia. A produção reúne os principais elementos que fizeram de Dexter uma das séries mais marcantes de sua geração e os transforma em uma história de suspense cada vez mais intensa.
O principal motivo tem nome: Arthur Mitchell, o Trinity Killer, interpretado por John Lithgow. O personagem funciona porque não é simplesmente mais um serial killer colocado no caminho de Dexter. Ele representa uma possibilidade assustadora para o protagonista: a de manter uma vida aparentemente normal enquanto esconde um lado monstruoso.
Arthur tem família, emprego e uma reputação respeitável. Por fora, apresenta exatamente o tipo de vida que Dexter passa boa parte da série tentando construir. Essa semelhança estabelece um paralelo poderoso entre os dois e torna o confronto muito mais interessante do que uma simples disputa entre caçador e presa.
Enquanto Dexter tenta equilibrar trabalho, família e sua vida secreta, Arthur mostra o que pode acontecer quando essa fachada começa a ruir. A relação entre os dois permite que a série explore os limites do protagonista e questione até que ponto ele realmente consegue controlar a própria natureza.
A temporada também consegue equilibrar praticamente tudo que fazia Dexter funcionar: investigação, suspense, humor negro, desenvolvimento dos personagens e uma escalada constante da tensão. Nenhum desses elementos parece existir isoladamente; eles se complementam para conduzir a narrativa até seu momento decisivo.
E então chega o desfecho.
O final da quarta temporada não é apenas uma reviravolta. É um acontecimento que muda completamente o caminho da série e provoca consequências emocionais profundas para Dexter e para os personagens ao seu redor.
Por roteiro, antagonista, construção de personagens e impacto emocional, a quarta temporada continua sendo o auge de Dexter. É o momento em que a série encontra seu melhor equilíbrio entre suspense, drama e desenvolvimento de personagem.
Dexter: Ressurreição — 2ª temporada

A segunda temporada de Dexter: Ressurreição já está confirmada e promete ampliar ainda mais a nova fase da franquia. Michael C. Hall retorna como Dexter Morgan, agora envolvido em um novo conflito entre assassinos e ameaças que se espalham por Nova York. Enquanto isso, Harrison segue seu próprio caminho em busca de justiça, criando novos atritos entre pai e filho.
A produção também contará com o retorno de personagens conhecidos, como Joey Quinn, além da chegada de novos nomes ao elenco. A expectativa é que a nova temporada estreie em outubro de 2026 no Paramount+, dando continuidade à história iniciada em Dexter: Ressurreição.
20 anos depois, qual é a melhor temporada de Dexter?
Duas décadas depois de sua estreia, Dexter continua sendo uma série difícil de classificar de maneira definitiva. A franquia teve altos e baixos, personagens inesquecíveis, grandes vilões e decisões que dividiram os fãs.
Mas talvez essa seja justamente a razão pela qual o personagem continua despertando tanto interesse.
Quando estreou em 2006, Dexter apresentou uma premissa arriscada: colocar um serial killer no centro da história e fazer o público não apenas acompanhar seus crimes, mas também se importar com ele.
Ao longo de 20 anos, a franquia conseguiu transformar essa ideia em algo maior. Dexter passou de especialista em sangue da polícia de Miami a uma figura que atravessou diferentes fases, identidades e produções.
Nem todas as temporadas funcionaram da mesma maneira. Algumas foram brilhantes; outras mostraram sinais claros de desgaste. Ainda assim, poucas séries conseguiram permanecer culturalmente relevantes durante tanto tempo.
Na nossa avaliação, a 4ª temporada continua sendo a melhor de Dexter, principalmente pela combinação entre Arthur Mitchell, a evolução do protagonista e um dos desfechos mais marcantes da televisão. Mas a chegada de Pecado Original e Ressurreição mostra que a história ainda não acabou.
E esse talvez seja o aspecto mais curioso dos 20 anos de Dexter: quando parecia que a história havia terminado, o personagem voltou mais uma vez para provar que seu Passageiro Sombrio ainda tem espaço na televisão.
E para você, qual é a melhor temporada de Dexter? A quarta temporada também é a sua favorita ou alguma outra produção da franquia merece o primeiro lugar?









